OLI amplia fábrica de Aveiro com investimento de 4 milhões de euros

A maior produtora de autoclismos, parceira TCA, vai expandir a sua área industrial e de armazenamento até 2018. completando um ciclo de investimentos que envolveu também a construção de uma nova unidade de moldes.

A OLI vai investir quatro milhões de euros para acrescentar oito mil metros quadrados à unidade industrial de Aveiro onde produz autoclismos. Este projeto de ampliação prevê a criação de um “espaço inovador de armazenamento semi-inteligente” e tem prazo de conclusão previsto para 2018.

O presidente da empresa aveirense, António Oliveira afirma que o investimento é “dirigido à expansão da área industrial e de armazenamento, assim como à aquisição de alta tecnologia, como o objectivo de aumentar a eficiência operacional, que acredita ser determinante para melhorar a competitividade da empresa à escala mundial”.

No complexo industrial aveirense, que no próximo ano passará a ter uma área total de 22 mil metros quadrados, a OLI fabrica 39 mil autoclismos e 159 mil mecanismos por semana, exportando 80% da produção para cerca de 70 países. Fundada em 1954, a antiga Oliveira & Irmão – uma designação que deixou de estar activa desde Julho deste ano – emprega 380 pessoas em Portugal e reclama ser a maior produtora de autoclismos da Europa do Sul.

Este projecto de crescimento em Aveiro completa um ciclo de investimentos em solo português iniciado há um ano, que inclui a aplicação de três milhões de euros na construção de uma nova fabrica de moldes orientada para as indústrias hidro-sanitária e automóvel. Envolveu também a criação de um novo laboratório de inovação e alargamento da área fabril no valor de dois milhões de euros.

A OLI – Sistemas Sanitários (como agora se designa) faturou cerca de 49 milhões de euros em 2016. Foi o ano em que abriu uma filial da Alemanha e também a primeira fábrica fora do país, com um investimento directo de cerca 1,5 milhões de euros na imediações de Moscovo, impulsionado pela desvalorização do rublo, pelos custos logísticos e pelos constrangimentos alfandegários.

Fonte: Jornal de Negócios

Set 19, 2017 @ 10:58|