A impressão 3D é um tema muito falado nos dias de hoje. Podemos pensar que é uma tecnologia concebida há apenas alguns anos atrás, mas, na verdade já existe pelo menos há 30 anos. A história da impressão 3D é tão fascinante quanto a impressão 3D em si.

Tudo começou com uma ideia.

O primeiro esboço para algo parecido com uma impressora 3D começou na década de 60, no entanto, a tecnologia em si só foi considerada em 1984 quando Charles Hull inventou a estereolitografia (SLA). O modo como o SLA trabalha é endurecendo resinas líquidas, camada a camada, com um laser. O primeiro objeto impresso foi uma chávena de café e dois anos depois Hull consegui obter a patente da sua invenção e estabeleceu uma das maiores empresas no campo da impressão 3D que ainda está ativa nos dias de hoje.

No final dos anos 80, mais precisamente em 1988, Scott Crump desenvolveu um método de impressão 3D diferente, o FDM. Neste método, o material fundido é aplicado camada a camada, pressionado através de um bocal aquecido que controla o fluxo de material e se move para as posições apropriadas para criar o objeto desejado. Depois, uma nova solução surgiu em 1992, a sintetização seletiva a laser (SLS). O SLS utiliza material em pó endurecido a laser. Primeiro as camadas subsequentes são colocadas e depois são endurecidas com o laser, o restante que não é sintetizado é depois removido ficado apenas a peça final.

Diagrama SLS

Mesmo naquela época a impressão 3D era mais do que um estudo académico, começou a fazer parte da indústria, mas eram apenas utilizadas por um número limitado de empresas devido ao seu elevado custo . Mas isso mudou com a viragem do século e nos últimos 5 anos tem-se visto um uso generalizado de impressoras comerciais. Esta matéria está em constante desenvolvimento, novas técnicas e novos materiais para impressão estão a surgir no mercado, assim como as possibilidades de aplicação.

A utilidade da impressão 3D

Hoje em dia, o uso da impressão 3D em medicina (para apoiar a cirurgia complexa e criação de próteses individualizadas) é um tema amplamente discutido. O primeiro uso da impressão 3D em medicina foi em 1999, quando o Wake Forest Institute for Regenerative Medicine ampliou a bexiga de um cliente, fazendo um esqueleto sintético em 3D que depois foi coberto com as células do paciente. Em 2002, um rim foi parcialmente impresso em 3D e implantado num animal.

Exo, prótese impressa em titanium desenhada por William Root.

A história mais recente da impressão 3D não abrange apenas aplicações industriais, é também disponibilizada para o consumir médio. Em 2005 o Dr. Adrian Bowyer da Universidade de Bath elaborou um projeto de open source de uma impressora que se auto-replicava, isto é, a maioria dos componentes da impressora pode ser criados usando a própria impressora, e o resto dos constituintes pôde ser adquirido numa loja de componentes eletrónicos.

Zortrax, o capítulo da impressão 3D

As impressoras 3D da Zortrax estão disponíveis no mercado já há alguns anos e o desenvolvimento do primeiro dispositivo criado em Olsztyn na Polónia, começou em 2011 e as vendas saíram para o mercado em 2014. Esta marca sempre foi reconhecida pela sua qualidade superior, design atrativo e, acima de tudo, a facilidade de uso. São impressoras Plug & Play, é só retirar da caixa, colocar o filamento, seleccionar o ficheiro que quer imprimir e já está. Desta forma, a impressão 3D tornou-se acessível, mais simples e mais barata.

2016 ficou marcada na história da impressão 3D graças à introdução da impressora Zortrax M300. O dispositivo tem uma área significativa de impressão o que dá aos seus utilizadores novas possibilidades, mantendo as vantagens do modelo M200, facilidade de uso, fiabilidade e precisão.

Zortrax M300

O desenvolvimento da impressão 3D está longe de acabar. Graças a empresas como a Zortrax, a tecnologia está agora ao alcance de todos, basta ir a uma loja ou comprar on-line, ligá-la e começar a imprimir os seus projetos.